quinta-feira, 23 de março de 2017

Presidente da Uefa: SuperLiga? Comigo não

"Tenho a certeza de que não haverá uma Superliga. Isso significaria uma guerra com a UEFA. Enquanto estiver na presidência, não haverá Superliga. Vai tudo continuar na mesma: formas de acesso e formato. Tem de ser um sonho para toda a gente chegar à Liga dos Campeões. Não pode ser uma competição fechada".

"Proteger o futebol": "Não podemos permitir que a grandeza de alguns faça sombra a outros. Temos de garantir investimento e solidariedade".

"Com o licenciamento e o 'fair-play' financeiro, estamos a fazer um trabalho razoável, a cuidar da sustentabilidade. É impossível desfazer o fosso por completo. Não podemos ignorar o facto de que os clubes das cinco principais ligas serem responsáveis por 85 por cento das receitas e receberem 60 por cento. Temos de ser diplomatas" concluiu.
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Bas Dost quer ficar em Portugal

O avançado está num excelente momento de forma e a continuar assim para o ano será peça fundamental para uma época desportiva melhor dos leões

Bas Dost:
"Acabei de comprar uma casa em Portugal e todos os dias tenho a sorte de usufruir de um tempo fantástico! Além do mais, estou a tentar aprender a língua. Por isso, seria uma pena sair após um ano no clube. Mas no futebol, nunca sabes o que pode acontecer. Não sei se vir para o Sporting foi a melhor opção da minha vida, mas foi uma excelente escolha. Estive quatro anos na Alemanha e achei que estava na hora de mudar",

"Tive de me habituar a viver em Portugal. Por exemplo, na Holanda e na Alemanha, os treinos começam sempre à hora marcada; em Portugal é normal que ainda estejas no balneário 15 minutos depois da hora do treino..."

"Na Bundesliga, quando defrontas o 16.º classificado sabes que vais ter uma tarde difícil. Em Portugal é diferente. É suposto que ganhes...!"

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quarta-feira, 22 de março de 2017

Paulo Bento pode ser opção para o Arouca


Depois de ter treinado no Brasil e mais recente o Olympiakos da Grécia, Paulo Bento é agora apontado para o cargo de treinador do Arouca que despediu Manuel Machado ontem. A ideia passa por trazer um homem experiente, capaz de liderar o Arouca, para a próxima temporada, à Europa. Segundo fontes do nosso blogue, Paulo Bento considera a proposta tentadora e poderá mesmo assinar pelo clube de Arouca nos próximos dias.
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Renato Sanches equacionado para voltar na próxima temporada


Depois de um Euro que convenceu todos os tubarões, e de uma brilhante temporada ao serviço do Benfica, Renato Sanches foi transferido para o Bayern de Munique, numa transferência milionária. O jovem médio português não tem encontrado o seu espaço no clube e segundo alguns diários alemães, o jogador poderá voltar ao Benfica na próxima temporada.
A ideia dos dirigentes do clube da Baviera é dar, de novo, ritmo ao jovem para depois se afirmar definitivamente no clube alemão.
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Concelho de disciplina instaura processo ao Benfica

"Instaurado processo disciplinar, por deliberação da Secção, de 21 de março de 2017, a sociedade desportiva por comunicado publicado na sua página da internet. O processo foi enviado, hoje [terça-feira], à Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, mantendo-se em segredo até à acusação", pode ler-se no comunicado da FPF.

Recorde-se que este processo vem no seguimento do comunicado do Benfica a justificar a falta à gala "quinas de ouro" o CD considera uma grave deliberação aos órgãos da Federação portuguesa de futebol.
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Rio Ferdinand: As estrelas também sofrem

A morte da sua mulher, o acidente, o álcool, o inferno que a vida do antigo Capitão inglês se tornou.

"Antes de morrer, ela disse-me que seria um pai e mãe magnífico. Rebecca partiu 10 semanas depois de lhe terem diagnosticado o cancro. Ao princípio bebia muito depois de deitar os miúdos [são três], até que um dia ao acordar vi que não os conseguia levar ao colégio. Até tive um acidente. Percebi que não podia continuar assim"

"Preciso de ajuda"

"Como é que marco consulta no médico? Sempre fui ao médico do clube. Não fazia ideia", afirma dando outro exemplo doméstico. "Quando os meus filhos me diziam que não era assim que a mãe fazia a cama, pensava: 'o que quer que eu faça nunca bastará".
"Nós, homens, somos uns ignorantes. As mulheres cuidam da família e da casa e julgamos que isso não é um trabalho. É um trabalho muito duro e importante".

Entre os muitos momentos dolorosos está a pergunta de um dos filhos quando este quis saber o que significavam os cartões que estavam afixados numa parede do hospital e ele lhe respondeu que eram agradecimentos a todos os que cuidavam e ajudavam pessoas com o mesmo problema da mãe. 

O comentário do filho desarmou-o: "Mas não ajudaram a minha mãe".

«Record e BBC»
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terça-feira, 21 de março de 2017

Entrevista Exclusiva Mvpdesportiva: Madjer, o rei do futebol de praia


Portugal, é um dos países da Europa, que se pode orgulhar de dizer que tem os três melhores praticantes dos três tipos de futebol praticados. Madjer, o melhor jogador do Mundo de futebol de praia continua a encantar os adeptos com os seus golos e com os seus lances espetaculares praticados na areia. O blogue mvdpesportiva foi conversar com o jogador para conhecer um pouco mais sobre o seu passado e a sua visão sobre uma modalidade que tem ganho cada vez maior importância.


Mvpdesportiva:Madjer, como começou o gosto pelo futebol de praia?

Madjer: Eu comecei por jogar futebol de onze. Comecei na formação do Estoril de Praia, entretanto aos 17 anos tive um acidente de mota e isso fez-me parar por dois anos. Dois anos é muito tempo para ficar parado. Depois quando regressei, já tinha um convite para jogar futebol de praia, do meu amigo Carlos Xavier. Caí ali quase de páraquedas.

Mvpd: Começou então a praticar futebol de praia em que clube?

Madjer: O primeiro clube foi o Sporting. Cheguei lá ainda sem grande conhecimento da modalidade, numa altura algo amadora, já que nem a federação tinha intervenção nos torneios.

Mvpd: Para si quais são as principais diferenças entre o futebol de 11 e o futebol de praia?

Madjer: Eu como pratiquei as duas modalidades posso dizer que é bastante diferente. Acho que a nível físico, o futebol de praia é mais exigente. Não só pelo tipo de terreno mas também pelas temperaturas altas que enfrentámos. Em contrapartida, é também o mais espetacular. Pelos movimentos, pelos lances pelo ar, que só se podem ver no futebol de praia.

Mvpd:O futebol de praia é visto, por muitas pessoas, como uma modalidade sazonal. Concorda com essa ideia?

Madjer: Não concordo. E cada vez mais estamos a conseguir mudar esse estigma na cabeça das pessoas. Cada vez mais temos competição durante o ano todo, temos países a investir cada vez mais na modalidade. Em Portugal, a federação tem trabalhado para o crescimento da modalidade e já se vêem bastantes clubes a preparar de forma muito séria a sua temporada, com vários jogos de preparação, logo a partir de janeiro.


Mvpd: O futebol de praia, enquanto modalidade, tem ganho maior relevância nos últimos anos, mesmo sendo uma modalidade relativamente recente. Qual é o passo seguinte?

Madjer: Acho que há dois passos muito importantes. Um deles é a UEFA passar a apoiar a modalidade, temos a FIFA mas não temos a UEFA. O outro passo que acho fundamental é passarmos a integrar a modalidade nos próximos jogos olímpicos. Acho que temos condições para isso.

Mvpd: É, de forma quase unânime, o melhor do Mundo de futebol de praia. Como é chegar ao topo? Como é que pensa no seu futuro, sabendo que já é um dos melhores da modalidade?

Madjer: Quando treinámos com os melhores, quando aprendemos com os melhores, essa caminhada torna-se mais fácil. Eu, ao longo da minha carreira, acabei por passar pelos melhores clubes do mundo da modalidade e isso ajudou-me imenso. Mas continuo a aprender e a tentar ensinar o que sei aos outros jogadores.

Mvpd: Já esteve em vários países estrangeiros, já jogou em Portugal. Há muitas diferenças nas condições de trabalho?

Madjer: Eu acho que cada vez mais há mais condições de trabalho, os clubes querem ser mais profissionais, querem ter mais condições. A forma de trabalhar depende também da cultura futebolística. Um dos melhores países que trabalhei em termos técnico-táticos foi na Rússia e o Brasil. Nos Emirados, onde existe uma cultura futebolística diferente, o processo é mais de aprendizagem e de tentar fomentar o desenvolvimento da modalidade. Mas em geral, há um esforço para a profissionalização da modalidade.



Mvpd: Quando acabar a carreira, pretende continuar ligado ao futebol de praia ou já tem outras ideias distantes da modalidade?

Madjer: Ainda não penso em parar de praticar a modalidade. Mas já começo a pensar no futuro. Quero ficar ligado ao futebol de praia, seja como treinador, diretor, mas o objetivo é mesmo continuar ligado à modalidade.
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